Aba News Associação Brasileira de Angus Cruzamento Industrial no Brasil. <br/>
Agora é pra ficar! O | FÁBIO SCHULER MEDEIROS Brasil possui o maior rebanho comercial do mundo. <br/>
Somos o maior exportador mundial de carne, mas ainda padecemos com a comercialização basicamente de carne commodity<br/>
e, embora tenhamos acompanhado a valorização de nosso preço médio de exportação, ainda estamos muito aquém de nosso potencial. <br/>
Por quê? A resposta é simples. <br/>
Somos grandes produtores de carne com baixa qualidade sensorial. <br/>
Embora nosso produto tenha outros atrativos, como a<br/>
segurança alimentar, o caráter natural da produção e principalmente o grande potencial de crescimento de oferta em curto prazo, abatemos animais com idade acima de 36 meses, com baixo grau de acabamento e sem a presença de marmorização. <br/>
O rebanho nacional é composto basicamente de zebuínos, os<br/>
quais são animais fantásticos quanto à resistência ao calor e a ectoparasitas, estando perfeitamente aclimatados às regiões mais quentes do País. <br/>
Entretanto, estes animais possuem diferenças bioquímicas ligadas à qualidade de carne, que fazem com que esta seja consistentemente mais dura que a<br/>
carne de animais taurinos. <br/>
Além dessas diferenças, em função da precocidade de terminação os animais de genética Angus são abatidos mais jovens. <br/>
A idade é um dos fatores que mais afeta a maciez. <br/>
Outra diferença: teores de gordura. <br/>
Por serem animais menos precoces para<br/>
deposição de gordura de cobertura, os zebuínos produzem carcaças mais magras e com pouca gordura intramuscular (marmoreio), responsável pela maior suculência e sabor. <br/>
Esta gordura, aliás, aguça as papilas gustativas de quem consome esta carne diferenciada. <br/>
Quem prova a carne Angus não<br/>
troca por outra. <br/>
Na Região Sul, a raça Angus já é a preferência na inseminação em 55% das doses de sêmen compradas. <br/>
E em todo o 66 66 ffeed&food eed&food mundo, onde se produz carne de qualidade em climas ?temperados? é a principal raça criada. <br/>
E nas regiões quentes, podemos<br/>
produzir carne de qualidade? ?Y we can!? es, No final da década de 90, com o aumento da tecnificação da pecuária de corte assistimos a um fenômeno que está se repetindo neste momento: o avanço do cruzamento industrial no Centro-Oeste do País. <br/>
Naquela época, o cruzamento fracassou e por volta<br/>
de 2001 seu grau de utilização a campo começou a declinar, chegando aos níveis mais baixos entre 2002 e 2005. <br/>
O animal cruzado foi rejeitado pela indústria, que passou a subvalorizar esse animal. <br/>
Isso, aliado ao insucesso de alguns produtores no manejo dos produtos cruzados, fez com que<br/>
a técnica perdesse importância. <br/>
Neste novo ciclo, temos a certeza de que o cruzamento veio para ficar. <br/>
Como podemos afirmar isso? Avaliando as causas de insucesso e a forma como o cruzamento in dustrial é conduzido atualmente no Brasil. <br/>
Vejamos: Por que os produtores cruzam seus<br/>
animais? 1. <br/>
Para obter os benefícios da heterose em desempenho; 2. <br/>
Obter maior precocidade de terminação; 3. <br/>
Melhorar a qualidade da carne dos animais zebuínos. <br/>
Onde erramos no passado? 1. <br/>
Falta de direcionamento do cruzamento: o produtor cruzava qualquer raça com o<br/>
zebuíno, gerando, por consequência, despadronização de produtos; 2. <br/>
Falta de complementaridade entre as raças escolhidas. <br/>
Este é o fator-chave para o sucesso. <br/>
Se a raça escolhida não tiver características que complementem as deficiências da raça zebuína que se está cruzando, os<br/>
resultados não serão os esperados; 3. <br/>
Falta de manejo: com um animal muito mais produtivo, é necessário ma Fonte: Asbia
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